quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Uma cena...

Intensidade(uma cena)

   
    Um pintor, uma tela, uma Musa, Nua! Pra qualquer observador meia sensação bastava. O que mostrava ali não era apenas a pintura de uma mulher pelada.  Era um mix de sentimentos exagerados. Naquela tela escorria calor, paixão, amor, dor... ardor! E tudo “do demais” um pouco. 
    
     Sentada aqui no meu banquinho, em uma situação confortável de observadora, só posso dizer que o título dessa obra é coerentemente óbvio demais com o que ela expressa.  Intensidade!
    
     Intensidade, é o nome dela.






Jéssica Mouzinho

domingo, 23 de outubro de 2011

Eu não sei, eu não sinto.


Ultimamente tenho gastado muito tempo com meus devaneios e com meus sonos profundos sem sonhos nenhum. Numa inercia galopante de pouca sensibilidade e de rotatividade incontrolável.

Se eu acho isso bom? Não sei,eu não sinto nada. Estou em estado de frigidez permanente.



Jéssica Mouzinho











                                                                  

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Inspiração




SE A INSPIRAÇÃO BROTAR, EU DOU NA MINHA CARA!

 HOJE EU NÃO ME PERMITO!



Jéssica Mouzinho

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Pode ser qualquer coisa...





Sapatos Vermelhos Ousados

Eu não sei falar das coisas profundas
Muito menos dos corações partidos
Eu vivo dos meus devaneios sensoriais
Do meu egocentrismo elevado
da minha falta de lirismo.                   

Eu sempre vou preferir meus sapatos vermelhos ousados a você!


Jéssica Mouzinho

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Aonde estava o tal do AMOR?

Depois de uma roedeira sem fim, com direito a Bartô Galeno e tudo... Vou te contar aonde estava o tal do AMOR.



O amor estava in loco


O amor estava lá...
Alguns podiam ver
Outros tocar
Alguns até sentiam

Os míopes apertavam os olhos
Os indiferentes fechavam os olhos
Os daltônicos se confundiam
Os estrábicos se dividiam

Tinha gente que procurava
Gente que achava
E até os que nunca ouviram falar
E aqueles que nem queriam ouvir

Mas o amor estava lá
Às vezes disfarçado
Descarado
Oculto, amostrado!

O amor estava lá
Cá?
O amor?
O amor estava in loco!
Jéssica Mouzinho








domingo, 21 de agosto de 2011

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Um presente...


Um presente...  merecer ou não é uma questão de ponto de vista.

Obrigada!



sInCrONiSmO


Ele tinha aquele sorriso sacana,
aquele sorriso delator, aquele sorriso
e o franzir da testa que dizia “eu não presto”

Ela tinha aquele olhar
Aquele olhar observador
e o  apertar dos olhos que diziam “ele não presta”

Eles se aproximavam
Os olhos fitavam aquele sorriso
O sorriso retribuía os olhos hipnotizados

Numa sincronia perfeita
Face a face
Corpos homogêneos...

Na despedida
Ela sorria
E ele descaradamente piscava

Jéssica Mouzinho