Um pintor, uma tela, uma Musa, Nua! Pra qualquer observador meia sensação bastava. O que mostrava ali não era apenas a pintura de uma mulher pelada. Era um mix de sentimentos exagerados. Naquela tela escorria calor, paixão, amor, dor... ardor! E tudo “do demais” um pouco.
Sentada aqui no meu banquinho, em uma situação confortável de observadora, só posso dizer que o título dessa obra é coerentemente óbvio demais com o que ela expressa. Intensidade!
Ultimamente tenho gastado muito tempo com meus devaneios e com meus sonos profundos sem sonhos nenhum. Numa inercia galopante de pouca sensibilidade e de rotatividade incontrolável.
Se eu acho isso bom? Não sei,eu não sinto nada. Estou em estado de frigidez permanente.